Paranapanema S.a. · BMFBOVESPA:PMAM3
Paranapanema — Q1 2011 Earnings Presentation
49 slides from Paranapanema's earnings presentation, May 2011
Slide 1: Apresentação ao Mercado - Divulgação de Resultados 1T11
APRESENTAÇÃO AO MERCADO Divulgação de Resultados 1T11 Maio 2011 1 1
Slide 2: Agenda
AGENDA ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS 2
Slide 3: Abertura
ABERTURA DIAS D’ÁVILA - BA SANTO ANDRÉ – SP(UTINGA) 3 SANTO ANDRÉ – SP(CAPUAVA) SERRA - ES
Slide 4: Novo ciclo e estratégia da Paranapanema
• A Paranapanema vive um novo ciclo após conclusão das reestruturações financeira, tributária e societária, é uma empresa com: solidez financeira foco na rentabilidade foco na qualidade foco na tecnologia Estratégia: 1. Investimentos focados: ganho de escala e competitividade • Ciclo de cres
Slide 5: Estratégia: alienação de ativos, parcerias e perspectivas
•Alienação de ativos não-operacionais: terrenos, fazendas, imóveis, etc. 3. Alienação de ativos não ligados ao core business 4. Meta e estratégia de direcionamento: • Meta de ampliar a participação no mercado interno bem sucedida: 67% • Busca de ganhos de escala e competitividade, com redução de cus
Slide 6: Economia brasileira e consumo per capita de cobre
Correlação com … •A Economia Brasileira crescerá em ritmo acelerado, Crescimento do PIB acima de 5% e de forma sustentável. Consumo global • A cadeia produtiva do cobre apresenta um Crescimento dos Países emergentes consumo de 1 a 2% superior a média brasileira de crescimento. Aumento na infra
Slide 7: Setorial – Cobre
SETORIAL – Cobre Participantes na Cadeia de Cobre no Brasil Indicadores Globais de Cobre Indicadores Globais de Cobre Refinado Indústria de Cobre Refinado no Brasil Perspectivas de Demanda por Cobre Refinado 7
Slide 8: Cadeia do Cobre no Brasil
Cadeia do Cobre no Brasil Quantidade Faturamento Part. % Setores de 2010* Companhias (US$ milhões) Mineradoras 3 1.444 22% Refinadoras 3 1.300 20% Laminadores -Semimanufaturados 5 799 12% Laminadores - Vergalhão 17 1.138 17% Fios e Cabos 210 1.877 29% Total 238 6.558 100% Fonte: Sindicel e ABC * Est
Slide 9: Empresas presentes na cadeia do cobre
Importantes empresas nacionais e globais estão presentes em nosso país, como por exemplo: • Paranapanema (ex- Caraíba Metais) REFINO • Mineração Caraíba • Mineração Caraíba • Vale MINERAÇÃO • Vale • Yamana Gold LAMINADORES • De um total de 17 empresas instaladas, 11 delas também DE são fabricantes d
Slide 10: Produção e consumo de concentrado e cobre refinado
Produção e Consumo de Concentrado de Cobre Produção e Consumo de Cobre Refinado 16.500 2.000 20.000 1.000 16.000 1.902 1.543 863 1.506 351 15.000 15.500 15.000 (236) 10.000 - 1.000 14.500 14.000 5.000 18.336 17.985 18.355 17.492 19.067 19.303 15.745 14.239 16.041 14.139 16.231 14.688 13.500 - (1.000
Slide 11: Preço do cobre, prêmios e TC/RC
• Recuperação nos prêmios do catodo sobre o preço Indicadores das Refinadoras de Cobre do cobre na LME – London Metal Exchange prevista 9.913 para 2011 em relação a 2010 7.535 • O Treatment Charge (TC) – Taxa de Tratamento do 6.956 Cobre e o Refining Charge (RC) – Taxa de Refino do 5.150 Cobre, é o
Slide 12: Destaques do mercado de cobre refinado em 2010
Consumo Aparente de Cobre Refinado no Brasil Var. CAGR Produtos (Mil t) 2008 2009 2010 2010/09 2008-10 Produção de cobre refinado 230,0 227,0 220,0 -3,1% -2,2% Variação de estoques 1,0 (17,0) (4,0) -76,5% NS Importação de cobre refinado 251,0 204,0 252,0 23,5% 0,2% Exportação de cobre refinado (93,0
Slide 13: Setorial – Segmento de Cobre
SETORIAL – Segmento de Cobre Importância da Marca Eluma no segmento de semimanufaturados Distribuição da Receita dos semimanufaturados Perspectivas de consumo de semimanufaturados 13
Slide 14: Receita dos semimanufaturados por segmento
• Diversificação como vantagem competitiva • Entrada no segmentos de arames e barramentos de cobre a contar de 2009 • Semimanufaturados crescem 37% em receita e 21% em volume em 2010 contra 2009 Faturamento Líquido Por Segmento 2010 Faturamento Líquido Por Segmento 2009 VESTUÁRIO AUTOMOTIVO VESTUÁRI
Slide 15: Perspectivas de consumo: demografia e moradias
• Cenário econômico Brasileiro e mundial favorável para 2009-2016; • Projeções de tendências demográficas no Brasil: 2009 2016 CAGR* p.a. População (Em milhões de habitantes) 190 209,3 1,2% # de residências (Em milhões) 57,7 71,4 2,7% *CAGR: Taxa média composta de crescimento Fonte: ABRAMAT / FGV -
Slide 16: Industrial – O Negócio do Cobre Primário
INDUSTRIAL – O NÉGOCIO DO COBRE PRIMÁRIO Cadeia Produtiva do Cobre Capacidade de Produção – Bahia Diagrama do Fluxo de Produção Principais Direcionadores do Custo de Produção Investimentos 2010 e 2011/2013 - Oportunidades 16
Slide 17: Cadeia produtiva do cobre
PRODUÇÃO DE SEMI- MINERAÇÃO FUNDIÇÃO E REFINO MANUFATURADOS DE LOGÍSTICA COBRE E SUAS LIGAS •Extração de cobre •O concentrado de •SEMIMANUFATURADOS •Distribuição dos das minas; cobre é processado •Processo de laminação produtos de cobre contínua; •Conteúdo do na fundição da Paranapanema •Produtos: l
Slide 18: Capacidade de produção – Bahia
Cobre Eletrolítico ........................ 240.000 t/ano Vergalhão ................................... 220.000 t/ano Fio Trefilado ................................ 18.000 t/ano Ácido Sulfúrico ............................ 570.000 t/ano Oleum .......................................... 70.000 t/ano V
Slide 19: Diagrama de fluxo do processo metalúrgico
Diagrama de Fluxo do Processo Metalúrgico RECEPÇÃO E ESTOCAGEM Chile: 70–75% DE CONCENTRADOS Portugal: 4–6% Brasil: 20–25% SUCATAS EXTERNAS FUNDIÇÃO ÁCIDO 45% GRANULADOS FERROSOS GASES PLANTA DE ÁCIDO ÁCIDO SULFÚRICO SULFÚRICO ANODOS OLEUM LAMA REFINO PLANTA DE SULFATO DE DECOPERIZADA ELETROLÍTICO S
Slide 20: Investimentos em 2010 e 2011/2013
Investimentos em 2010 : R$51 milhões • Segmento de Cobre: 88% de alocação: 52% na Unidade Bahia, R$26,7 milhões, focada na recuperação dos principais equipamentos e sua modernização e parada de manutenção de menor porte; 36% nas Unidades de SP (Projeto de expansão de tubos – Cast &Roll) e ES, R$1
Slide 21: Orçamento de capital 2011 a 2013
I. Orçamento de Capital para 2011 a 2013 (aprovado em AGO de 29/abr/11) Plano de investimentos Cronograma de Desembolsos Previstos Projetos de investimento e de manutenção R$ milhões Conclusão 2.011 2.012 2.013 Total prevista I. Projeto de expansão de cobre refinado e melhora de tecnologia 129 189 0
Slide 22: Setorial – Segmento de Fertilizantes
SETORIAL – Segmento de Fertilizantes CIBRAFERTIL O negócio de fertilizantes na Paranapanema Mercado de Superfosfato Simples na BA, Nordeste e no Brasil Perspectivas para o Setor de Fertilizantes
Slide 23: O negócio de fertilizantes na Paranapanema
Empresa produtora de fertilizantes (SSP em pó e em grãos e NPK) Comercialização Produção Política de comercialização Negócio Fábrica de Superfosfato Venda industrial de Superfosfato Produção de fertilizantes Capacidade instalada: 50 t / hora Simples para uso como matéria- Localização: 1 planta no C
Slide 24: Mercado de superfosfato simples
• A produção Brasileira de SSP deverá atingir ~7 milhões de t/ano em 2020; • Região Nordeste (importante fronteira agrícola) passa de 11% da produção nacional em 2010 para 13,5% em 2020, segundo as estimativas; • Cibrafértil amplia a participação no NE, de 30,7% em 2010 para 31,3% em 2020 sem grande
Slide 25: Novo cenário do setor de fertilizantes a partir de 2011
Novo cenário a partir de 2011 • Processo de consolidação do setor, por meio de várias aquisições que ocorreram no setor, tais como jazidas e fábricas de produção da Bunge; Fosfertil; Mosaic e Yara (todas adquiridas pela Vale que criou a Vale Fertilizantes); • Reposicionamento dos principais players
Slide 26: Industrial / Corporativo
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS 26
Slide 27: Cronologia das reestruturações
Cronologia das Reestruturações Financeira e Tributária e da Reorganização Societária e Organizacional 17/02/11 Plano de Investimentos de R$702 milhões: crescimento orgânico 2011-13 31/03/2011 30/11/2009 22/03/2010 Reestruturação organizacional e Adesão ao Parcelamento da Dívida Fiscal Conversão de P
Slide 28: Composição acionária e principais acionistas
Composição Acionária Principais Acionistas Total de Ações Ordinárias 319.176.942(100,00%) 23,96% Mercado Free Float 38,51% 317.582.285(99,50%) Mais de 10.000 acionistas 17,23% EWZ LLC Tesouraria 8,48% 11,81% 0,01% Distribuição de Acionistas por Segmento Data de Referência: 31/03/2011 Nº de Ações Seg
Slide 29: Governança corporativa e mercado de capitais
Governança Corporativa • Política de Negociação de Ações e de Informações Relevantes • Revisão do Código de Ética e de Conduta • Criação e reformulação de Comitês de Assessoramento ao Conselho de Administração Comitê de Auditoria Comitê de Finanças, Risco e Contingências Comitê de Remuneração
Slide 30: Qualidade e sustentabilidade
Preocupação com a qualidade dos produtos e com a sustentabilidade... Meio Ambiente, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Colaboradores e Investidores • Adesão ao Pacto Global das Nações Unidas desde junho de 2008 • Relatório de Sustentabilidade pela metodologia do GRI – Global Reporting Initiative •
Slide 31: Resultados
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS
Slide 32: Volume de vendas e receita líquida
Volume de Vendas por Segmento (Mil t) Receita Líquida das Vendas (R$ mil) 242 235 187 181 3.192 2.512 25 62 62 50 56 16 969 961 731 1T10R 4T10 1T11 2009 2010 Cobre Fertilizantes 1T10R 4T10 1T11 2009 2010 • Segmento Cobre responde por 98% da receita e o de fertilizantes pelos 2% restantes e cresce 3%
Slide 33: Volume de vendas de cobre refinado e semimanufaturados
Volume de Vendas de Cobre Refinado (Mil t) • Novos produtos de maior valor agregado • Aumento de 13,5% no volume de semimanufaturados de cobre em 2010 em relação a 2009 e estável no 1T11 em relação aos trimestres comparáveis 175 174 Volume de Vendas de Semimanufaturados (Mil t) 46 45 41 1T10R 4T10 1
Slide 34: Receita líquida por mercado
Receita Líquida Consolidada por Mercado (R$ mm) • Evolução positiva da receita líquida no mercado interno ao longo do ano de 2010 • Receita Líquida consolidada de R$961,1 1.273 milhões cresce 31,5% no 1T11 sobre o 1T10 e 27% em 2010 contra 2009 1.460 1.919 Receita Líquida Consolidada por Mercado (%)
Slide 35: Lucro bruto
Lucro Bruto (R$ mm) 156 48 51 49 (13) 1T10R 4T10 1T11 2009 2010 • Lucro bruto de 49,3 milhões no 1T11, cresceu 2% em relação a 1T10 • Lucro Bruto de R$155,9 milhões em 2010, com significativa recuperação do prejuízo de R$ 13,4 milhões em 2009 35 35
Slide 36: EBITDA e EBITDA ajustado
EBITDA (R$ mm) EBITDA Ajustado (R$ mm) 131 100 106 38 47 44 39 (41) 36 29 1T10R 4T10 1T11 2009 2010 1T10R 4T10 1T11 2009 2010 • O EBITDA ajustado atingiu R$131 milhões com margem de 5% da receita líquida em 2010, revertendo a situação negativa de 2009, face melhor desempenho operacional • O EBITDA a
Slide 37: Lucro líquido e patrimônio líquido
Lucro Líquido (R$ mm) Lucro líquido Ajustado (Prejuízo) - R$ mm 198 73 57 39 35 48 15 25 7 31 1T10R 4T10 1T11 2009 2010 1T10R 4T10 1T11 2009 2010 • Lucro líquido ajustado cresce 28% em 2010 pelo aumento no lucro bruto e pela redução nas despesas operacionais • Patrimônio líquido de R$1,8 bilhão , eq
Slide 38: Proposta de pagamento de dividendos
• RCA de 23/mar/11 deliberou a proposta de pagamento de dividendos de até R$70,2 milhões, entre dividendos mínimos obrigatórios e suplementares, foi aprovado na AGO de 29/abr/11; • Base de cálculo: lucro líquido disponível para distribuição após a retenção da reserva legal, adicionado do lucro da re
Slide 39: Gestão financeira e de riscos
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCOS PERSPECTIVAS 39
Slide 40: Gestão de riscos e estratégia de hedge
Definir Monitorar e Objetivos do Medir a Negócio e da Performance Gestão de Riscos Desenhar e Implementar Identificar e Estratégia de Medir Riscos Hedge Definir Limites e Objetivos de Hedge 40 40
Slide 41: Valor para os acionistas e tipos de risco
Valor para os Acionistas Otimização dos Assegurar Eficiência dos Atendimento Custos Receitas Ativos das Expectativas Operacionais • Rentabilidade • Obrigação • Fluxo de Caixa • Compliance/ • Inadimplência Contratual Regulamentação Riscos Estratégicos: Governança, Modelo de Negócios Riscos Operaciona
Slide 42: Exposição de preço e margem na cadeia
Mineração/ Fundição e Refino Semi-manufaturados Sucata (Caraíba) (Eluma) Custos (R$) EBITDA Prêmio Gráfico não está em escala Produto Produto EBITDA (US$) EBITDA Prêmio Catodo (US$) PMA Catodo TC/RC (US$) Custos (R$) Preço Preço Preço Cobre Cobre Cobre (LME e Aquisição (LME e Vendas Vendas (LME e US
Slide 43: Endividamento e liquidez consolidados
Parananapanema S.A. - Consolidado (R$ mil) 31/dez/10 31/mar/11 Var.% Empréstimos e Financiamentos 763.168 830.873 8,9% Curto Prazo 507.468 569.155 12,2% Longo Prazo 255.700 261.718 2,4% Instrumentos Financeiros Derivativos a pagar 12.164 1.360 -88,8% Disponibilidades (583.319) (367.013) -37,1% Caixa
Slide 44: Perspectivas
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS 44
Slide 45: Investimentos do PAC
556,0 23 36 361,0 10 34 497 317 28,0 2007/2010 2011/2014 >2014 PAC 1 PAC 2 Pré Sal - PAC2 Esportivo Valores em bilhões US$ * PAC = Programa de Aceleração do Crescimento Fonte: Site Governo brasileiro 45 45
Slide 46: PAC: investimentos e demanda por cobre
PAC 1 - Investimentos de US$ 179 bilhões - Forte injeção de recursos na Economia Logística (rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias) US$ 31 bilhões Energética (Geração e transmissão de energia elétrica; produção, US$ 153 bilhões exploração e transporte de petróleo, gás natural e combustí
Slide 47: Setores de elevado potencial de consumo de cobre
PAC 2 - Investimentos de US$ 816 bilhões Período 2011 - 2014 US$ 497 bilhões Saneamento US$ 32 bilhões Saúde, creches e escola US$ 13 bilhões Habitação US$ 154 bilhões Água e Luz para Todos US$ 17 bilhões Transporte US$ 58 bilhões Energia US$ 223 bilhões Período Pós 2014 US$ 319 bilhões Transporte U
Slide 48: Grandes eventos esportivos no Brasil
O Brasil receberá quatro grandes eventos Investimentos para Copa do Mundo e esportivos. Olimpíadas (bilhões US$) 2011 – Olímpiadas do Exército no RJ 10,0 2014 - Copa do mundo de futebol 7,3 2016 – Olimpíadas 6,6 Devido a esses importantes eventos teremos investimentos adicionais de 4,2 US$ 33,0 bilh
Slide 49: Perspectivas e conclusões
• Cenário macroeconômico Brasileiro favorável de 2011-2016, com crescimento do PIB de ~5% a.a.; • Perspectivas positivas para a demanda de produtos de cobre ; • Destaques relevantes para a cadeia de cobre no Brasil devido a: Investimentos em infraestrutura Investimentos em energia elétrica e em