Paranapanema S.a. · BMFBOVESPA:PMAM3
Paranapanema — Investor Presentation (November 2010)
50 slides from Paranapanema's investor presentation, Nov 26, 2010
Slide 1: Reunião APIMEC
REUNIÃO APIMEC São Paulo – 26/11/2010 e Rio de Janeiro – 20/12/2010 1 1
Slide 2: Agenda
AGENDA ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS 2
Slide 3: Abertura
ABERTURA Apresentador: Luiz Antonio de Souza Queiroz Ferraz Junior Diretor Presidente DIAS D’ÁVILA - BA SANTO ANDRÉ – SP(UTINGA) 3 SANTO ANDRÉ – SP(CAPUAVA) SERRA - ES
Slide 4: A Paranapanema vive uma nova fase
• A Paranapanema a partir de agora, vive uma nova fase • Após conclusão de importante reestruturação financeira, tributária e societária, é uma empresa com: solidez financeira foco na rentabilidade foco na qualidade e foco na tecnologia Estratégia: 1. Investimentos focados: ganho de escala e
Slide 5: Estratégia e perspectivas
3. Alienação de ativos não ligados ao core business 4. Meta e estratégia de direcionamento: • Meta de ampliar a participação no mercado interno bem sucedida: 67% • Busca de ganhos de escala e competitividade, com redução de custos fixos • Foco na rentabilidade. 5. Parcerias estratégicas: • Em estudo
Slide 6: Correlação com crescimento do PIB e consumo global
Correlação com … •A Economia Brasileira crescerá em ritmo acelerado, Crescimento do PIB acima de 5% e de forma sustentável. Consumo global • A cadeia produtiva do cobre apresenta um Crescimento dos Países emergentes consumo de 1 a 2% superior a média brasileira de crescimento. Aumento na infra
Slide 7: Setorial – Divisão Cobre
SETORIAL – Divisão Cobre Participantes na Cadeia de Cobre no Brasil Indicadores Globais de Cobre Indicadores Globais de Cobre Refinado Indústria de Cobre Refinado no Brasil Perspectivas de Demanda por Cobre Refinado Apresentador: Marco Martins - Diretor Comercial 7
Slide 8: Poucos players no início da cadeia de cobre no Brasil
Cadeia do Cobre no Brasil Quantidade Faturamento Part. % Setores de 2009 Companhias (US$ milhões) Mineradoras 3 1.444 22% Refinadoras 3 1.300 20% Laminadores -Semimanufaturados 5 799 12% Laminadores - Vergalhão 17 1.138 17% Fios e Cabos 210 1.877 29% Total 238 6.558 100% Fonte: Sindicel e ABC • Pouc
Slide 9: Importantes empresas nacionais e globais presentes no país
Importantes empresas nacionais e globais estão presentes em nosso país, como por exemplo: Fios e Cabos Fonte: Sindicel e ABC Segmento formado por mais de 200 empresas nacionais de portes pequeno, médio e grande e também de empresas multinacionais, como por exemplo: Draka-Telcon, Furukawa, General
Slide 10: Produção e consumo mundial de cobre desde 2008
Desde 2008 ... Fonte: Brook Hunt Set/10 • A Produção mundial de concentrado de cobre cresceu a uma taxa média de 2,1% a.a.; • A demanda global por concentrado de cobre pelas refinadoras (smelters) aumentou em média 0,7% a.a.; • A produção de cobre refinado global cresceu a uma taxa média de 3% a.a.;
Slide 11: Recuperação dos prêmios do catodo e TC/RC
• Recuperação nos prêmios do catodo sobre o preço do cobre na LME – London Metal Exchange prevista para 2011 em relação a 2010 • O Treatment Charge (TC) – Taxa de Tratamento do Cobre e o Refining Charge (RC) – Taxa de Refino do Cobre, é o desconto deduzido do preço do metal na LME dado pela minerado
Slide 12: Consumo aparente de cobre refinado no Brasil
Consumo Aparente de Cobre Refinado no Brasil Var. CAGR Produtos (Mil t) 2008 2009 2010* 2010/09 2008-10 Produção de cobre refinado 230,0 227,0 220,0 -3,1% -2,2% Variação de estoques 1,1 -16,9 0,0 NS NS Importação de cobre refinado 251,0 203,5 280,0 37,6% 5,6% Exportação de cobre refinado -93,1 -88,6
Slide 13: Segmento de fios e cabos
• Segmento de fios e cabos presente em toda a atividade econômica: Construção Civil, Infraestrutura (energia, transporte, saneamento e telecomunicações), Indústria (Automobilística, eletroeletrônico, mineração, agroindústria). • Fabricantes instalados no país utilizam tecnologia de ponta na produção
Slide 14: Setorial – Divisão Cobre: Marca Eluma
SETORIAL – Divisão Cobre Importância da Marca Eluma no segmento de semimanufaturados Distribuição da Receita dos semimanufaturados Perspectivas de consumo de semimanufaturados Apresentador: Wilson Nunes Diretor Superintendente de Semimanufaturados 14
Slide 15: Indústria brasileira de semimanufaturados de cobre
Indústria Brasileira de semimanufaturados 2009 2009 Part. % no de cobre e suas ligas Mercado Paranapanema (Divisão de total de total semimanufaturados ) mercado Marca Eluma Receitas (US$ milhões) 799 353 44% Impostos (US$ milhões) 137 46 34% Consumo de energia elétrica (GWh) 250 91 36% Empregos dire
Slide 16: Diversificação como vantagem competitiva
• Diversificação como vantagem competitiva • Entrada no segmentos de arames e barramentos de cobre a contar de 2009 • Semimanufaturados crescem 37% em receita e 21% em volume nos 9M10 contra 9M09 • Faturamento Líquido por Segmento Jan-Set 2010 Faturamento Líquido por Segmento 2009 VESTUÁRIO VESTUÁRI
Slide 17: Cenário econômico e tendências demográficas
• Cenário econômico Brasileiro e mundial favorável para 2009-2016; • Projeções de tendências demográficas no Brasil: 2009 2016 CAGR* p.a. População (Em milhões de habitantes) 190 209,3 1,2% # de residências (Em milhões) 57,7 71,4 2,7% *CAGR: Taxa média composta de crescimento Fonte: ABRAMAT / FGV -
Slide 18: Industrial – O negócio do cobre primário
INDUSTRIAL – O NÉGOCIO DO COBRE PRIMÁRIO Cadeia Produtiva do Cobre Capacidade de Produção – Bahia Diagrama do Fluxo de Produção Principais Direcionadores do Custo de Produção Investimentos 2010 e 2011/2013 - Oportunidades Apresentador: Marcos Souza - Diretor Industrial 18
Slide 19: Cadeia produtiva do cobre
PRODUÇÃO DE SEMI- MINERAÇÃO FUNDIÇÃO E REFINO MANUFATURADOS DE LOGÍSTICA COBRE E SUAS LIGAS •Extração de cobre •O concentrado de •SEMIMANUFATURADOS •Distribuição dos das minas; cobre é processado •Processo de laminação produtos de cobre contínua; •Conteúdo do na fundição da Paranapanema •Produtos: l
Slide 20: Capacidade de produção – Bahia
Cobre Eletrolítico ........................ 240.000 t/ano Vergalhão ................................... 220.000 t/ano Fio Trefilado ................................ 18.000 t/ano Ácido Sulfúrico ............................ 570.000 t/ano Oleum .......................................... 70.000 t/ano V
Slide 21: Diagrama de fluxo do processo metalúrgico
Diagrama de Fluxo do Processo Metalúrgico RECEPÇÃO E ESTOCAGEM DE CONCENTRADOS Chile: 70–75% SUCATAS Portugal: 4–6% EXTERNAS Brasil: 20–25% FUNDIÇÃO ÁCIDO 45 % Granulados GASES Ferrosos ÁCIDO Planta de Ácido SULFURICO ANODOS Sulfúrico OLEUM REFINO PLANTA DE SULFATO DE LAMA ELETROLÍTICO DECOPERIZADA
Slide 22: Principais direcionadores do custo de produção
• Tecnologia atualizada • Escala de Produção • Grau de utilização • Plena utilização das oportunidades dos subprodutos: Ácido sulfúrico e derivados Ouro e prata Outros metais/produtos para a indústria de cimento/pavimentação • Índices operacionais no limite da tecnologia: Rendimentos Consumo
Slide 23: Investimentos 2010 e 2011/2015
Investimentos em 2010 • Unidade Bahia focada na recuperação dos principais equipamentos e sua modernização • Nova linha de produtos trefilados, ampliando a capacidade de produção para 45 mil t/ ano • Ampliação da gama de produtos laminados para atender outros mercados e clientes no Brasil e no exter
Slide 24: Setorial – Divisão Fertilizantes Cibrafértil
SETORIAL – Divisão Fertilizantes CIBRAFERTIL O negócio de fertilizantes na Paranapanema Mercado de Superfosfato Simples na BA, Nordeste e no Brasil Perspectivas para o Setor de Fertilizantes Apresentador: Walter Oliveira - Diretor Superintendente
Slide 25: O negócio de fertilizantes na Paranapanema
Empresa produtora de fertilizantes (SSP em pó e em grãos e NPK) Comercialização Produção Política de comercialização Negócio Fábrica de Superfosfato Venda industrial de Superfosfato Produção de fertilizantes Capacidade instalada: 50 t / hora Simples para uso como matéria- Localização: 1 planta no C
Slide 26: Mercado de superfosfato simples
• A produção Brasileira de SSP deverá atingir ~7 milhões de t /ano em 2020; • Região Nordeste (importante fronteira agrícola) passa de 11% da produção nacional em 2010 para 13,5% em 2020, segundo as estimativas; • Cibrafértil amplia a participação no NE, de 30,7% em 2010 para 31,3% em 2020 sem grand
Slide 27: Novo cenário a partir de 2010
Novo cenário a partir de 2010 • Processo de consolidação do setor, com a entrada da Vale no setor de fertilizantes na produção de fosfatados, via aquisições atuando apenas na venda industrial: Fosfertil Jazidas e fábricas de produção da Bunge Mosaic Yara • Recuperação do setor durante 2010 t
Slide 28: Corporativo
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS Apresentador: Doris Wilhelm Diretora de Relações com Investidores 28
Slide 29: Cronologia das reestruturações e reorganização
Cronologia das Reestruturações Financeira e Tributária e da Reorganização Societária e Organizacional 31/03/2011 30/11/2009 22/03/2010 Reestruturação organizacional e Adesão ao Parcelamento da Dívida Fiscal Conversão de PN em ON melhoria das ferramentas de gestão 31/03/2010 29/09/2009 13/11/2009 Inc
Slide 30: Composição acionária e principais acionistas
Composição Acionária Principais Acionistas Nº de Ações Ordinárias 319.176.942(100,00%) 23,96% Free Float Mercado 317.615.334(99,51%) 38,68% Mais de 10.000 acionistas 17,23% EWZ LLC 8,32% 11,81% Distribuição de Acionistas por Segmento Data de Referência 31/10/2010 Ordiná ria s % Fundos de Pe nsã o 13
Slide 31: Governança corporativa e mercado de capitais
Governança Corporativa • Política de Negociação de Ações e de Informações Relevantes • Revisão do Código de Ética e de Conduta • Criação e reformulação de Comitês de Assessoramento ao Conselho de Administração Comitê de Auditoria Comitê de Finanças, Risco e Contingências Comitê de Remuneração
Slide 32: Qualidade dos produtos e sustentabilidade
Preocupação com a qualidade dos produtos e com a sustentabilidade... Meio Ambiente, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Colaboradores e Investidores • Adesão ao Pacto Global das Nações Unidas desde junho de 2008 • Relatório de Sustentabilidade pela metodologia do GRI – Global Reporting Initiative •
Slide 33: Resultados
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS Apresentador: Doris Wilhelm Diretora de Relações com Investidores
Slide 34: Volume de vendas por divisão e receita líquida
Receita Líquida de Vendas (R$mm) Volume de Vendas por Divisão (t) 44% 49% 2.500,00 0,50 30% 27% 6% 2.000,00 0,00 -0,50 1.500,00 -1,00 1.000,00 300.855 171.204 235.308 186.877 180.609 131.531 287.641 212.357 176.593 142.721 -1,50 500,00 1.760 2.234 669 733 632 752 869 2007 2008 2009 9M09 9M10 -2,00 0
Slide 35: Volume de venda de cobre refinado e semimanufaturados
Volume de Venda de Cobre Refinado (t) • Aumento de 21% no volume de semi- elaborados de cobre nos 9M10 em relação aos 9M09. Volume de Venda de Semimanufaturados de 224.550 236.938 174.978 133.648 128.815 Cobre(t) 2007 2008 2009 9M09 9M10 • Divisão Cobre cresce 26,6% em volume no 63.091 63.917 60.330
Slide 36: Receita bruta consolidada por mercado
Receita Bruta Consolidada por Mercado (R$mm) • Evolução positiva da receita bruta ao longo dos 9 meses de 2010. • Crescimento de 25% no volume nos 9M10 sobre os 9M09, atingindo 181 mil toneladas Receita Bruta por Mercado (%) 33% 4.763 2.355 2.408 4.285 1.534 1.460 2.109 1.109 2.250 2.035 2.994 1.000
Slide 37: Lucro bruto
Lucro Bruto (Prejuízo) - R$ mm Lucro Bruto (Prejuízo) - R$ mm 0,50 70,00 60,00 7% 10% 4% 4% 0% 0,00 50,00 40,00 -0,50 30,00 180 110 -1,00 92 20,00 (42) 10,00 (14) -1,50 27 27 49 62 0,00 (1) -2,00 -10,00 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 2007 2008 2009 9M09 9M10 Lucro Bruto Margem Bruta(% Rec.Líquida) • Signi
Slide 38: Lucro líquido
Lucro Líquido(Prejuízo) Trimestral (R$ mm) Lucro Líquido(Prejuízo) - R$ mm 350,00 0,50 40% 300,00 3% 8% -7% -4% 0,00 250,00 200,00 -0,50 150,00 133 194 43 100,00 -1,00 (110) (109) 50,00 25 304 51 0,00 -1,50 (44) (32) -50,00 -2,00 -100,00 2007 2008 2009 9M09 9M10 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Lucro (preju
Slide 39: EBITDA ajustado
EBITDA Ajustado Trimestral (R$ mm) EBITDA Ajustado (R$ mm) 70,00 0,50 60,00 5% 9% 3% 2% -1% 0,00 50,00 40,00 -0,50 30,00 167 20,00 72 88 -1,00 10,00 (41) 21 18 38 58 (59) 0,00 -1,50 (8) -10,00 -2,00 -20,00 2007 2008 2009 9M09 9M10 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 EBITDA Ajustado - R$mm Margem EBITDA Ajustad
Slide 40: Gestão financeira e de riscos
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCOS PERSPECTIVAS Apresentador: João Ceneviva Gerente Corporativo de Finanças e Riscos 40
Slide 41: Objetivos do negócio e gestão de riscos
Definir Monitorar e Objetivos do Medir a Negócio e da Performance Gestão de Riscos Desenhar e Implementar Identificar e Estratégia de Medir Riscos Hedge Definir Limites e Objetivos de Hedge 41 41
Slide 42: Valor para os acionistas e riscos
Valor para os Acionistas Otimização dos Assegurar Eficiência dos Atendimento Custos Receitas Ativos das Expectativas Operacionais • Rentabilidade • Obrigação • Fluxo de Caixa • Compliance/ • Inadimplência Contratual Regulamentação Riscos Estratégicos: Governança, Modelo de Negócios Riscos Operaciona
Slide 43: Exposição de preços e margens na cadeia do cobre
Mineração/ Fundição e Refino Semi-Elaborados Sucata (Caraíba) (Eluma) Custos (R$) EBITDA Prêmio Gráfico não está em escala Produto Produto EBITDA (US$) EBITDA Prêmio Catodo (US$) PMA Catodo TC/RC (US$) Custos (R$) Preço Preço Preço Cobre Cobre Cobre (LME e Aquisição (LME e Vendas Vendas (LME e US$)
Slide 44: Dívida total / EBITDA 12M
Dívida Total / EBITDA 12M Valores em R$ mil dez-09 mar-10 jun-10 set-10 4,87 Dívida Total 486.290 458.605 376.198 530.172 Curto Prazo 402.439 393.328 325.458 501.717 Longo Prazo 83.851 65.277 50.740 28.455 Disponibilidades 667.721 671.912 520.206 521.595 2,65 1,91 Dívida Líquida -181.431 -213.307 -1
Slide 45: Perspectivas
ABERTURA SETORIAL INDUSTRIAL CORPORATIVO RESULTADOS GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO PERSPECTIVAS 45
Slide 46: PAC – Programa de Aceleração do Crescimento
* PAC = Programa de Aceleração do Crescimento Fonte: Site Governo brasileiro 46 46
Slide 47: PAC – Investimentos em US$ bilhões
PAC 1 - Investimentos de US$ 179 bilhões - Forte injeção de recursos na Economia Logística (rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e US$ 31 bilhões hidrovias) Energética (Geração e transmissão de energia elétrica; US$ 153 bilhões produção, exploração e transporte de petróleo, gás natural e combustí
Slide 48: Setores de elevado potencial de consumo de cobre
PAC 2 - Investimentos de US$ 816 bilhões Período 2011 - 2014 US$ 497 bilhões Saneamento US$ 32 bilhões Saúde, creches e escola US$ 13 bilhões Habitação US$ 154 bilhões Água e Luz para Todos US$ 17 bilhões Transporte US$ 58 bilhões Energia US$ 223 bilhões Período Pós 2014 US$ 319 bilhões Transporte U
Slide 49: Grandes eventos esportivos no Brasil
O Brasil receberá quatro grandes eventos esportivos. 2011 – Olímpiadas do Exército no RJ 2014 - Copa do mundo de futebol 2016 – Olimpíadas Devido a esses importantes eventos teremos investimentos adicionais de US$ 33,0 bilhões. Implica em investimentos em infra-estrutura e consequente consumo de cob
Slide 50: Perspectivas positivas para a demanda de cobre
• Cenário macroeconomico Brasileiro favorável de 2010-2016, com crescimento do PIB de ~5% a.a. • Perspectivas positivas para a demanda de produtos de cobre • Destaques relevantes para a cadeia de cobre no Brasil devido a: Investimentos em infraestrutura Investimentos em energia elétrica e em ene