Sonae Sgps Sa · EURONEXT:SON
Sonae Sgps Sa — FY2002 Earnings Presentation
41 slides from Sonae Sgps Sa's earnings presentation, Mar 12, 2003
Slide 1: Apresentação de Contas 2002 Sonae SGPS
APRESENTACAO oe — CONTAS SONAE SGPS, SAS 3 SONAE
Slide 2: Agenda
Agenda ANO 2002 Principais Indicadores Consolidados Principais Acontecimentos da Gestão do Portfolio PORTFOLIO DE NEGÓCIOS SUB-HOLDINGS SONAE INDÚSTRIA MODELO CONTINENTE SONAE IMOBILIÁRIA SONAECOM SONAE CAPITAL CONTAS CONSOLIDADAS ESTRUTURA FINANCEIRA PERSPECTIVAS PARA 2003
Slide 3: Principais Indicadores Consolidados
Principais Indicadores Consolidados Volume de Negócios Cash-Flow Operacional Resultado Líquido após (EBITDA) Int. Minoritários 6.618 * 55 6.386 6.276 649 677 * 604 2001 2002 -56 2001 2002 2001 2002 * Câmbios constantes * Câmbios constantes Total do Activo Endividamento Líquido Investimento Bruto 8.2
Slide 4: Gestão do Portfolio
Gestão do Portfolio Destaques Focalização na rendibilidade operacional Optimização dos capitais empregues Reforço da estrutura financeira dos negócios Aumento do capital da Modelo Continente (100 M.€) Aumento do capital da SonaeCom (45,25 M.€) Aumento do capital da Sonae Capital (50 M.€) Reforço da
Slide 5: Portfolio de Negócios
Portfolio de Negócios SONAE SGPS 95,7% 75,5% 67% 82,8% 100% Sonae Modelo SonaeCom Sonae Indústria Continente Sonae Imobiliária Capital 50,01% S.I. PROPERTY S.I. DEVELOP. IMOCAPITAL * CHOICE CAR CONTACTO S.I. ASSETS PRAEDIUM TURISMO OPTIMUS INVICTA MATRIX SPDF ** TAFISA SPRED NOVIS SPEL MCH SDB SIR *
Slide 6: Destaques - Sonae Indústria
Destaques Sonae Indústria Primeiro ano completo de actividade operacional após ciclo de investimento Ano de melhoria operacional e optimização dos capitais empregues Continuação da Reestruturação / Reorganização das operações Acordo com Estado sobre Gescartão #6
Slide 7: Principais Indicadores - Sonae Indústria
Principais Indicadores Sonae Indústria Volume de Negócios Cash-Flow Operacional Resultado Líquido após (EBITDA) Int. Minoritários 1.526 * 1.502 1.480 183 * 2001 2002 173 153 -71 2001 2002 2001 2002 -82 * Câmbios constantes * Câmbios constantes Fundo de Maneio Endividamento Líquido Investimento Bruto
Slide 8: Destaques - Modelo Continente
Destaques Modelo Continente Lançamento da OPA em Março sobre a totalidade do capital Reforço da estrutura de capitais: Aumento do capital social em 100 M.€ Diminuição sustentada da dívida Brasil: Operação influenciada pela forte instabilidade política e pelas elevadas taxas de juro Portugal: Reforço
Slide 9: Principais Indicadores - Modelo Continente
Principais Indicadores Modelo Continente Vendas Brutas Cash-Flow Operacional Resultado Líquido após 4.412 * (EBITDA) Int. Minoritários 4.308 4.069 333 296 130 100 2001 2002 2001 2002 2001 2002 * Câmbios constantes Portugal Brasil Dívida/EBITDA 2.798 2.657 2,7 1.651 1.614 * 2,3 9,5% 9,8% 1.271 7,7% 5
Slide 10: Destaques - Sonae Imobiliária
Destaques Sonae Imobiliária Inauguração dos 2 primeiros centros comerciais e de lazer promovidos de raíz fora de Portugal: Parque D.Pedro (Brasil) e Plaza Mayor (Espanha) Aquisição em parceria com a ING Real Estate da propriedade de 5 centros comerciais e de lazer em Espanha: Max Center (Bilbau), Va
Slide 11: Principais Indicadores - Sonae Imobiliária
Principais Indicadores Sonae Imobiliária Cash-Flow Operacional Resultado Líquido após (EBITDA) Int. Minoritários 95,9 144,3 120,9 73,8 2001 2002 2001 2002 Valor das Propriedades NAV atribuível à Sonae Imobiliária 1.471 1.037 1.362 934 2001 2002 2001 2002 # 11 Valores em M.€
Slide 12: Destaques - SonaeCom
Destaques SonaeCom Reestruturação e racionalização do portfolio de negócios Programa de redução de custos Melhoria significativa do cash-flow gerado Resultando em: 8% de crescimento no Volume de Negócios 100 M.€ de aumento no EBITDA Ajustado para 123 M.€ 79% de crescimento ao nível do FCF de 268 M.€
Slide 13: Principais Indicadores - SonaeCom
Principais Indicadores SonaeCom Em finais de 2002, a SonaeCom tinha 2,5 milhões de clientes, tendo gerado 4,5 biliões de minutos de tráfego de voz, dados e internet e 793 milhões de euros de volume de negócios TRÁFEGO 2002 CLIENTES 2002 RECEITAS 2002 Novis Novis 11% 14% Novis Clix Clix 4% 4,5 35% 2,
Slide 14: Principais Indicadores - SonaeCom
Principais Indicadores SonaeCom Volume de Negócios Cash-Flow Operacional 731 793 (EBITDA Ajustado) 123 22 2001 2002 2001 2002 A rendibilidade operacional foi o principal objectivo em 2002, atingido através do crescimento da actividade, de ganhos de produtividade e eficiência e da racionalização do p
Slide 15: Principais Destaques - Sonae Capital
Principais Destaques Sonae Capital Turismo: Actividade penalizada pelo atraso na entrada em vigor dos planos de pormenor em Tróia e do plano de urbanização Meia Praia em Lagos Reorganização do sector das viagens, terminando a associação à Marsans e estabelecendo uma parceria estratégica com a Modelo
Slide 16: Principais Indicadores - Sonae Capital
Principais Indicadores Sonae Capital Volume de Negócios Cash-Flow Operacional Promoção Residencial Outros (EBITDA) 5% 335 11% Logística 10% 244 17 Engenharia do Frio Turismo 9% 35% Construção 3 e Engenharia 2001 2002 2001 2002 30% Total do Activo Endividamento Líquido 735 699 Outros 26 24% Turismo 4
Slide 17: Agenda
Agenda ANO 2002 Principais Indicadores Consolidados Principais Acontecimentos da Gestão do Portfolio PORTFOLIO DE NEGÓCIOS SUB-HOLDINGS SONAE INDÚSTRIA MODELO CONTINENTE SONAE IMOBILIÁRIA SONAECOM SONAE CAPITAL CONTAS CONSOLIDADAS ESTRUTURA FINANCEIRA PERSPECTIVAS PARA 2003
Slide 18: Demonstração Resultados
Demonstração Resultados 2002 2001 Volume de Negócios 6.275,7 6.385,9 Resultado Operacional (EBIT) 218,9 226,5 Resultado Financeiro (253,4) (190,5) Resultado Corrente (34,5) 36,1 Resultado Extraordinário (26,4) 49,9 Empresas Associadas 7,1 1,6 Resultado Antes de Impostos (53,8) 87,6 Impostos 4,4 (18,
Slide 19: Volume de Negócios
Volume de Negócios Ligeira redução de 1,7%. Aumento de 3,6% em câmbios constantes 6.618 * 6.386 6.276 Derivados de 23% Madeira Distribuição 56% Centros Com erciais 4% Telecom . 12% Sonae Capital e 5% Holding 2001 2002 * Câmbios constantes Valores em M.€ # 19
Slide 20: Cash-Flow Operacional
Cash-Flow Operacional Crescimento de 7,3% (12,1% a câmbios constantes) 677 * 649 Derivados de 27% 604 Madeira Distribuição 45% Centros 13% Comerciais Telecom. 14% Sonae Capital e 1% Holding 2001 2002 * Câmbios constantes Valores em M.€ # 20
Slide 21: Resultados Líquidos com Interesses Minoritários
Resultados Líquidos com Interesses Minoritários Resultados Líquidos com Int. Min. Negativos em 49 M.€ 30 98 (84) (20) (49) (73) Derivados Distribuição Centros Telecom. Sonae Capital Consolidado de Madeira Comerciais e Holding Valores em M.€ # 21
Slide 22: Agenda
Agenda ANO 2002 Principais Indicadores Consolidados Principais Acontecimentos da Gestão do Portfolio PORTFOLIO DE NEGÓCIOS SUB-HOLDINGS SONAE INDÚSTRIA MODELO CONTINENTE SONAE IMOBILIÁRIA SONAECOM SONAE CAPITAL CONTAS CONSOLIDADAS ESTRUTURA FINANCEIRA PERPECTIVAS PARA 2003
Slide 23: Balanço Consolidado
Balanço Consolidado 31 de Dezembro de 2002 2002 2001 Imobilizado Líquido 5.256,5 5.464,2 Existências 676,6 774,7 Dívidas de Terceiros 831,8 1.060,3 Disponibilidades 638,8 415,6 Acréscimos e Diferimentos 564,1 566,2 Total dos Activo 7.967,8 8.281,0 Capitais Próprios 541,7 932,5 Interesses Minoritário
Slide 24: Activo Líquido Total
Activo Líquido Total 8.281 Centros 7.968 Comerciais 13% Distribuição 27% Telecom. 18% Derivados de Sonae Capital Madeira e Holding 806 30% 12% 836 1.865 1.396 2001 2002 Goodwill Capitais Próprios + Interesses Minoritários Valores em M.€ # 24
Slide 25: Investimento Bruto Consolidado
Investimento Bruto Consolidado Investimento Bruto Consolidado de 744 M.€ 1.509 -51% 744 106 121 304 152 61 2001 2001 Derivados de Distribuição Centros Telecom. Sonae Capital Madeira Comerciais e Holding Valores em M.€ # 25
Slide 26: Endividamento Líquido
Endividamento Líquido Endividamento Líquido de 3.294 M.€ -6% 3.497 3.294 631 687 517 463 996 2001 2002 Derivados de Distribuição Centros Telecom. Sonae Capital Madeira Comerciais e Holding Valores em M.€ # 26
Slide 27: Estrutura Financeira Consolidada
Estrutura Financeira Consolidada Analisar o endividamento líquido na Sonae SGPS, não pode ser feito apenas a nível consolidado. Tem que se analisar o contributo de cada uma das Sub-Holdings. Endividamento End. Líquido / Líquido EBITDA EBITDA Sonae Indústria 631 174 3,6 Modelo Continente 687 297 2,3
Slide 28: Comportamento Bolsista
Comportamento Bolsista Evolução da Acção Sonae SGPS 140 130 Base = 100 120 110 100 90 80 PSI 20 70 60 50 Sonae SGPS 40 30 Fonte: Sonae SGPS; Euronext Lisbon # 28
Slide 29: Agenda
Agenda ANO 2002 Principais Indicadores Consolidados Principais Acontecimentos da Gestão do Portfolio PORTFOLIO DE NEGÓCIOS SUB-HOLDINGS SONAE INDÚSTRIA MODELO CONTINENTE SONAE IMOBILIÁRIA SONAECOM SONAE CAPITAL CONTAS CONSOLIDADAS ESTRUTURA FINANCEIRA PERSPECTIVAS PARA 2003
Slide 30: Autonomização dos negócios da Fileira Florestal
Autonomização dos negócios da Fileira Florestal Accionista de Mercado Accionista de Referência Mercado Referência 56,72% 43,28% 56,72% 43,28% NOVA EMPRESA SONAE SGPS Sonae Modelo SonaeCom Sonae Indústria Continente Sonae SPDF Imobiliária Capital # 30
Slide 31: Autonomização da Fileira Florestal
Autonomização da Fileira Florestal Razões e Objectivos A Sonae Indústria é hoje de per se um negócio com: dimensão significativa (1º produtor mundial de painéis derivados de madeira) dispersão geográfica a nível mundial e grandes sinergias de integração gama de produtos focados na valorização da flo
Slide 32: Organização dos negócios da Fileira Florestal
Organização dos negócios da Fileira Florestal Accionista de Mercado Referência 56,72% 43,28% NOVA EMPRESA Sonae Indústria SPDF Presidente: BA CA: CMS(CEO); CBA(CFO); JAC(CTO); CS1; DDS1; AC2 ; AA2 ; GB2 ; PA2; SC2 CA: BA; ARP; CMS GESCARTÃO ALEMANHA PORTUCEL UK e RAS CANADÁ FRANÇA BRASIL IBERIA 1) A
Slide 33: Linhas de Acção para 2003 - Sonae Indústria
Linhas de Acção para 2003 Sonae Indústria Conquistar quota de mercado onde esse potencial exista Enriquecer o mix de vendas com produtos de maior valor acrescentado e que permitam, simultaneamente, optimizar a utilização da capacidade produtiva instalada Gerir eficientemente os activos intangíveis A
Slide 34: Linhas de Acção para 2003 - Pasta e Papel
Linhas de Acção para 2003 Pasta e Papel Participação no processo de privatização da Portucel: Processo injustificadamente demorado... ... com alterações sucessivas de modelo... ... culminando numa formulação de grande complexidade Fim da parceria com a Suzano nos moldes acordados... ... não esmorece
Slide 35: Linhas de Acção para 2003 - Modelo Continente
Linhas de Acção para 2003 Modelo Continente Em Portugal necessidade de estudar e explorar todas as alternativas de negócio que possibilitem tirar o máximo partido das competências já desenvolvidas No Brasil consolidar a posição competitiva de líder na região Sul # 35
Slide 36: Linhas de Acção para 2003 - Sonae Imobiliária
Linhas de Acção para 2003 Sonae Imobiliária Continuar a focalização no sector dos Centros Comerciais e de Lazer, como promotora, proprietária e gestora A actividade continuará focada nos mercados onde já actua: Portugal, Espanha, Grécia, Alemanha, Áustria, Itália e Brasil, continuando a limitar a ex
Slide 37: Linhas de Acção para 2003 - SonaeCom
Linhas de Acção para 2003 SonaeCom Enfoque na redução dos custos e na gestão do fundo maneio Implementação de novas iniciativas geradoras de receitas Continuação da melhoria do EBITDA, Free Cash Flow e Resultados Necessidade urgente de um enquadramento regulatório eficaz para os sectores da internet
Slide 38: Linhas de Acção para 2003 - Sonae Capital
Linhas de Acção para 2003 Sonae Capital Promover o desenvolvimento dos negócios existentes em ritmo compatível com a geração de cash flow tirando partido de eventuais oportunidades de novas parcerias ou alienações Turismo: Com a aprovação dos planos de pormenor, desenvolvimento dos projectos de infr
Slide 39: Linhas de Acção para 2003 - Reforço do Balanço
Linhas de Acção para 2003 Reforço do Balanço Focalização na geração de cash flow operacional Melhor utilização dos capitais empregues (aumento da produtividade e optimização do fundo de maneio) Desinvestimento em negócios não estratégicos ou demasiado exigentes em consumo de recursos Desenvolvimento
Slide 40: Linhas de Acção para 2003
Linhas de Acção para 2003 Assegurar condições de desenvolvimento sustentável dos negócios Promover o reforço das competências do Grupo Criar condições de satisfação profissional para que todos se sintam colectivamente responsáveis na criação de riqueza, no vencer das dificuldades, no defender de val
Slide 41: www.sonae.pt
Apresentação disponível no site oficial da Sonae SGPS www.sonae.pt